Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2014

A desculpa do desrespeito aos direitos humanos para a “nova colonização”

“Os Direitos Humanos são um conjunto de leis, vantagens e prerrogativas que devem ser reconhecidas como essências pelo indivíduo para que este possa ter uma vida digna, ou seja, que não seja inferior ou superior aos outros porque é de um sexo diferente, porque pertencem a uma etnia diferente, ou religião, ou até mesmo por pertencerem a um determinado grupo social.” É obvio que isto é importante para evitar as arbitrariedades, autoritarismo, prepotência e abusos de poder. Eles representam a liberdade das pessoas, por conseguinte diminui o poder do estado sobre os indivisos, fazendo com que as suas reivindicações sejam levando em conta. Desta forma está associada a uma ideia da civilização democrática.

Quando vê-se no outro lado do mundo algo que seja bastante valioso, algo que desperta a cobiça, é accionado incumprimento dos direito humanos para poder “colonizar” o estado em causa. Porque digo isso? Isto é claro, existem vários países que desrespeitam os ditos direito humanos, mas só alguns são sancionados, temos exemplos claros, o caso da Israel, da China e muitos outros. Ou seja, alguns podem passar por cima desses direitos e outros não. Mas porque? Porque não há como fazer da china uma colónia por exemplo, devido ao seu poderio financeiro. Também não há interesse em fazer da Guiné-Bissau uma colónia, não tem praticamente nada de fácil proveito. Conclusão, os ricos estão acima de todo e podem inclusive ignorar os direitos humanos, em contra partida os pobres, ninguém os querem, por isso podem matar-se um aos outros que não tem problema nenhum.

Outra coisa que também não é aceitável é o facto de que na altura em que foi criado os direitos humanos, esses países que hoje são “colónias modernas” não foram ouvidos, ninguém escutou as suas opiniões, e agora serão forçados a respeitar leis que para eles se calhar não faz sentido nenhum, assim não funciona, se duvida houvesse os caso que temos hoje torna tudo mais claro.

Agora aqueles que chamam a si a responsabilidade de tornar o comprimento dos direitos humanos uma realidade, fazem-na violando o principal direito (o numero um), o direito a vida. Massacrando os povos com bombardeios enforcando os lidereis políticos e muito mais. E esses, quem é que vai fazê-los responderem por esses crimes? Será que temos que esperar pela justiça divina? Não, chegou a hora de actuar…     

Publicado por IlidioPina às 21:08
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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2012

Construção do "Novo" Liceu dos Mosteiros

O aumentonto da comunidade educativa nos Mosteiros é uma realidade inegável, no entanto não tem sido acompanhado da atualização no que tange as infraestruturas físicas, o que é de se lamentar. Só para situar os leitores o actual estabelecimento de ensino secundário alberga perto de mil alunos divididos em 32 turmas o que implica a ocupação de 16 salas de aulas nos períodos de manhã e da tarde.

 

A construção do liceu dos Mosteiros é uma história antiga e ultimamente tem ganho contornos inquietantes. No mês de Agosto finalmente iniciou a tão desejada construção da referida infraestrutura. Logo surgiram alguns rumores que a infraestrutura ora iniciada não satisfazia as necessidades da comunidade educativa local. No dia 16 de Novembro de 2012 os rumores foram oficializados, com o reconhecimento da insuficiência da infraestrutura em construção por parte da presidente da CMM (RTC), Fernandinho Teixeira. Nos dias seguintes durante uma vestia relâmpago da Ministra Fernanda Marques ao Concelho dos Mosteiros emergiu no jornal da noite da TCV declarando que a nova infraestrutura irá satisfazer plenamente as necessidades educacionais no Município, uma vez que a actual infraestrutura não será desativada. No dia 20 de Novembro a mesma Ministra contradiz a si mesmo e descordando da edilidade afirma que “o novo edifício em fase de construção foi projectado para alojar os estudantes do secundário” (RTC).

 

Passando cerca de duas semanas não há nenhuma resposta oficial às declarações da Ministra de Educação e Desporto, sabe si lá porquê. Devido a importância da situação e a minha neutralidade política, decide expor as minhas preocupações como docente da ESM e como pessoa próximo dos jovens locais e interessado no desenvolvimento integral dos mesmos. A construção da nova infraestrutura nos moldes actuais (12 salas de aulas) implica a continuidade do funcionamento de salas de aulas em Cotelo laranjo. Portanto, não satisfaz de maneira nenhuma as necessidades da ESM, por diversas razões:


  • O funcionamento do liceu com dois “polos” vai provocar enormes dificuldades na gestão interna da escola;
  • Os alunos (provavelmente do 7º e 8º anos ficarão no Laranjo) vão se sentir discriminados, o que provocará um aumento da indisciplina e de insucesso escolar;
  • A situação também provocará muito desalento nos professores uma vez que alguns terão de deslocar de um polo para o outro diariamente;
  • O desconhecimento da direcção da escola por parte dos alunos do 1º ciclo irá aumentar exponencialmente;
  •  Os gastos da escola com pessoais não docentes será praticamente duplicado;
  • A implementação do programa mundo novo para os alunos do 1º ciclo nos Mosteiros será uma miragem, uma vez que o tempo de vida útil médio dos computadores no Cotelo Laranjo é menos de dois anos;
  • Um outro ponto bastante sensível desta história e que extravasa o seio escolar prende-se com a ocupação do polivalente da Queimada Trás. Uma vez que o 1º ciclo fica a funcionar na Laranjo e os níveis restantes em Queimada Trás a Escola Secundaria passará a ocupar os dois polivalentes (João de Joia e de Queimada Trás) para as aulas de Educação Física, e toda a sociedade civil da parte baixa do Conselho (Achada Marba a Fajãzinha) passa a ter disponível apenas um polivalente (Fajãzinha). Isto contribuirá para a degradação do bem-estar social dos jovens e da sociedade em geral das localidades supracitadas.  

Para terminar a minha reflexão não poderia deixar de frisar que a infraestrutura física actualmente ocupada pela Escola secundaria não goza de mínimas condições par continuar a funcionar como liceu, para tal, seria preciso uma remodelação profunda. Também gostaria de citar que em todas as localidades onde as Escolas Secundárias começaram a funcionaram em edifício projectado para ensino básico, após a construção do liceu os edifícios anteriormente ocupadas foram sempre devolvidos ao EBI, porquê é que nos Mosteiros vai ser deferente?

 

Fica a pergunta, e esta lancada a semente para uma profunda reflexão de toda a comunidade Mosteirense sobre construção do primeiro e não novo liceu dos Mosteiros. 

Publicado por IlidioPina às 19:06
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012

Sobre a falta de valores que insola a nossa sociedade

A sociedade cabo-verdiana tem deparado com uma enormidade de constrangimentos nos últimos tempos, e sem dúvida que a crise de valores que insola á maioria das comunidades tem sido um problema e tanto nos dias de hoje. A geração imergente em Cabo Verde é formada por pessoas individualistas que regem pelo egoísmo e ganancia, pessoas que querem sobressair a qualquer custo. Com toda essa ganância, os membros da família com relevadas responsabilidade (os chefes de família) recusam a desperdiçar tempo na correta educação das crianças e dos adolescentes, deixando-as à deriva numa sociedade globalizada sujeitas a diversas atrocidades e más influências o que culmina com a formação de pessoas desprovidas de valores essenciais para uma permanecia saudável no meio em que este encontra-se inserido. Para alem da ganância que insola as famílias Cabo-verdianas, outro factor que tem contribuído para aquela que eu considere o calcanhar da Aquiles no processo de desenvolvimento de Cabo Verde é a desestruturação das nossas famílias. Hoje existe um número elevadíssimo de famílias que carecem de um dos progenitores, onde as crianças são obrigadas a crescerem e a conviverem com a ausência de uma das figuras que mais possibilidade tem de lhes incrementar os valores essências, tornando-as pessoas com ética capas de tomar decisões justas moralmente.

 

É difícil encontrar culpados, há todo um conjunto de estruturas que vem falhando ao longo do tempo, podemos citar: a família, o estado, as organizações religiosos, etc… é certo que algumas organizações negam essa responsabilidade, mas também já é tempo de deixar de procurar os culpados. Já é tempo de deixar de investigar se a incubadora dos males que vem devastando a nossa sociedade foi da década de noventa ou de dois mil adiante. O facto é que o mal está instalado, não importa se os responsáveis veste de amarelo, de verde ou de vermelho, agora, o caminho é só um: investir tempo e dinheiro na procura da cura para uma sociedade onde germinou-se uma doença que é contagiosa e que vem tornando numa epidemia. No processo de encontrar a cura, a família e o estado terão papeis sublimes a desempenhar, é nessas estruturas que encontra-se a salvação, e eu acredito e espero que principalmente o governo encara a nossa situação social como prioridade, trabalhando no sentido de capacitar os jovens e de catalisar a empregabilidade, também para a mão de-obra desqualificada. Mas sobretudo pensar Cabo Verde como um só, um pais constituído por nove ilhas habitadas. Podemos comparar isso a uma família com varias crianças, mas apenas um tem a atenção especial dos pais e se ele estiver bem ou mal é logo detetado, mesmo que as vezes não existe uma maneria imediata de reverter uma situação nemos boa. Agora os outros que ficam a merecem da sua sorte, quando for possível detetar algo negativos neles pode ser que já é fatal. Somos todos Cabo-Verdianos e todos merecedores da atenção especial da parte de quem governa, pense nisso... 

Publicado por IlidioPina às 18:03
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2012

Sobre o Funcionamento do Instituto Nacional de Providência Social – INPS

Praticamente todas as nações possuem um sistema de providência social que procedem da mesma forma e Cabo Verde, inserido nesse mundo cada vez mais globalizado não foge as regras. Normalmente é descontado uma certa percentagem do salário dos trabalhadores, noutros caso são as próprias pessoas que se voluntarezam a papar a cota mensal exigida para estar inscrita no sistema nacional de providência social. Resumidamente é uma espécie de poupança que servirá de auxílio no caso de qualquer anomalia na saúde pessoal e dos seus benificiários ou então durante a velhice do indevido. Portanto, se analisamos com clareza e imparcialidade chegamos a conclusão que na ausência de grandes calamidades é um sistema que acaba por ser autossustentável.

 

Em Cabo Verde, mas concretamente na ilha do Fogo o normal funcionamento do INPS nos últimos tempos deixa muito a desejar, com ocorrências inimagináveis, que passo a citar:

 

  • Um recém-contratado demora mais de um ano para ter acesso as alegadas regalias que estar inscrito no sistema de providência social garante, entretanto vê uma parcela do seu salário a ser retido na fonte devido a INPS desde o primeiro dia que começa a laborar. O mais curioso é que dorante as negociações para solucionar a situação, um funcionário da referida instituição declara que o indevido não usufrui das ditas regalias porque nunca chegou as cofres da instituição a parte do salario que lhe é retido. Agora pergunta-se aonde foi parar os cerca de 100 mil escudos descontando ao longo de um ano? Ainda fala-se de que não á corrupião no sistema público nacional ou será agora mudou de nome?   

 

  • Um doente é evacuado para a cidade da Praia, mesmo com confirmação médica que não reuni as condições físicas e emocionais necessária para enfrentar o percurso São Filipe – Praia por via marítima, é, lhe recusado o bilhete de passagem por vias aérea por parte do INPS. Resultado, devido a indisponibilidade financeira da família a pessoa fica na Cidade de São Filipe agravando ainda mais o seu estado de saúde. Para sustentar essa prática os funcionários de INPS argumentam que por causa da crise é necessário reduzir as despesas e ainda tem a ousadia fazerem declarações completamente absurdas, «nenhum médico têm competência para declarar se um paciente tem condições ou não para viajar de barco». Isso é uma tremenda injustiça, privando a pessoa dos cuidados de saúdes, fazendo-lhe enfrentar morte, no entanto parte do seu salário é retido mensalmente para INPS. É caso para perguntar aonde nos vamos parar?

 

  • Em toda a região Fogo-Brava não existe um único oftalmologista que presta serviços de forma recorrente nas instituições públicas de saúde, obviamente que isso, não é culpa do INPS, mas sim, um certo desprezo que essas populações venham ser alvos por parte do ministério de saúde e do governo em geral. Mas devido a parcerias institucionais especialista da Itália tem prestado serviços “públicos” no Hospital de São Francisco (Cutelo d’ Açúcar). Agora curiosamente o INPS não reconhece as receitas resultados das consultas nessas especialistas, argumentando que eles não são oftalmologistas, mas sim oculistas, entretanto as pessoas que não estão inscritos no sistema de providencia social pode adquirir os seus óculos normalmente. Bom, daí concluísse o seguinte: estamos perante combinações entre o INPS e os privados, forcando os segurados a recorrer a esses serviços, ou então estamos perante á um caso de saúde pública alarmante, onde os não segurados são completamente marginalizados. De uma forma ou de outro a situação é gravíssimo.

Para se comprovar que esses factos são verídicos, basta auscultar a opinião das pessoas inscritos no INPS, ou então basta visitar os balcões da supracitada instituição. Para alem dos factos supracitados, existe muitas outras anomalias que já são habituais no funcionamento dessa instituição, o que da aso a algumas perguntas: O que está a acontecer com o INPS? Será que está prestes a acompanhar a Electra, numa falécia técnica? Para onde vai os dinheiros dos contribuintes? Será justo obrigar um funcionário a estar inscrito nesse sistema, retendo-lhe por vezes nove a dez mil escudo messais e na eventualidade de este precisar do auxílio da instituição receber essa “porcaria” de serviços?

Eu já considero a possibilidade da retenção que se faz por causa do INPS ser opcional. Vamos pensar juntos por um Cabo Verde cada vez mais justo.      

Publicado por IlidioPina às 15:48
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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2012

Coligação política após os resultados das eleições

Na democracia sabemos que as individualidades que ocupam determinados cargos de gestão pública são eleitas pelo povo. Mas sabemos que os resultados eleitorais nem sempre são expressivos de forma a permitir os eleitos uma governabilidade tranquila e absoluta. Nestes casos surge a cogovernação e coresponsabilidades entres grupos que foram declaradamente adversários durante o período da campanha eleitoral. Este é o senária que serve como pano de fundo dessa curta e sucinta reflecção.

 

Partindo do princípio que as eleições num estado que se gaba de boa governação e de uma democracia madura, deviam de ser livres, então o melhor seria aceitar os resultas eleitorais como elas são e pondo de lado qualquer possibilidade de coligações com qualquer outra força política, defendendo exclusivamente os interesses da região geográfica para qual foram eleitos, mas sobretudo daqueles eleitorados que confiaram nas suas propostas e lhe deram um voto de confiança. Esse seria um cenário ideal, num país verdadeiramente democrático. Quando falo numa verdadeira democracia não refiro apenas ao estado de direito democrático, mas também a democracia no seio da sociedade. O povo tem que experimentar essa democracia, e isso é muito mais de que votar. É sobretudo expressar livremente as suas escolhas e os seus pensamentos. Mas os governante quer a grande massa com totais liberdade nesse sentido, por isso, somos nos que devemos conquista-las, substituindo o paixonismo por um profundo sentido patriótico, ou seja, temos que dar o corpo as balas para o interesse do bem comum sem medo de represálias.

 

Os eleitos devem defender sempre em primeiro lugar os interesses do povo e nunca os seus próprios interesses, e quando um grupo detém a maioria absoluta os interesses pessoais são muito bem camuflados. Agora quando não existe o tão desejado maioria absoluta e na procura de uma governação estável tem de sentar-se a mesa para discutir possíveis acordos é que se descobre os verdadeiros interesses de algumas individualidades políticas e muitas vezes elas não coincidem com os desígnios dos eleitorados e do povo em geral. Um grupo quando procura reunir consenso através de um pacto, mesmo que seja pós eleitoral deve ter sempre presente os resultados eleitorais que de alguma forma ditaram um certo equilíbrio. Portando, nenhum acordo pós eleitoral deve desfazer esse equilíbrio. Sou a favor dum acordo que permite alguma estabilidade para a governação, mas repudio vigorosamente qualquer tipo de combinação que arromba aquilo que foi a vontade dos eleitorados. Nenhum partido ou grupo político deve obter a maioria absoluta na mesa de negociação. Isso é antidemocrático, portando, quando isso acontece não devemos regozijar com o tal.

 

Aproveito para convidar a todos que neste momento estão a ler essa humilde reflexão para fazer uma curta reflexão sobre o estado da nossa democracia. Se ela está de boa saúde então congratularemos com o tal. Caso contrário, então, devemos começar a luta e acreditar que ainda existe políticos com caracter e com seriedade suficiente para arrebatar as rédeas do Município ou do nosso País e continuar o processo de transformação desse arquipélago. A palavra transformação é abrangente, não é penas a nível de infraestruturas, para mi, é muito mais importante uma transformação social. Está na hora de elevar a nossa sociedade á um nível superior, privilegiando o bom censo, a ética e sobretudo a seriedade em detrimento de: fraude, corrupção, manipulação de pessoas ou malícia. Só assim podemos ambicionar grandes voos, só assim podemos sonhar alto e é legítimo que todos os Cabo-Verdianos sonhem com o seu país na ribalta do cosmo, voando a nível dos maiores e mais ricos países desse mundo imperfeito. 

 

Este é apenas uma reflexão, faça a sua tambem!!!

Publicado por IlidioPina às 15:46
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012

Personalidade Camuflada

 

A camuflagem é uma técnica normalmente usada pelos animais que vivem em ambiente selvagem, com o propósito de ter uma vida mais duradoura. Com esse método, este, conseguem despistar os outros habitantes da selva, uns conseguem ser caçadores furtivos e outros conseguem evitar ser caças.

 

A sociedade de hoje é exactamente uma selva, onde constantemente pessoas andam a caça, mas não é por isso, que aceito com naturalidade pessoas que camuflam a sua personalidade. Vejamos, mesmo num ambiente hostil que é uma selva, existe animais que preferem morrer a enganar os outros. Nos humanos, Ser que se julga de capacidade intelectual superior, devíamos seguir esses exemplos, ser fiel a nossa pessoa, nunca não mudar a nossa personalidade em função do meio que estamos inseridos. Eu, sou eu, na minha sala de aula perante os meus alunos, sou eu, perante a sociedade onde estou inserido, sou eu, a falar com personalidades da “alta” sociedade, ou seja o meu discurso é querente, não mudo a minha faceta em função do outro. Nos todos sabemos que é impossível satisfazer todas as pessoas quanto se pauta por carácter. Portanto, para satisfazer o maior número de pessoas tem-se caído no erro de mudar de cara em função da pessoa que tem pela frente. Agora eu pergunto, será que assim você ficará satisfeito com a sua própria pessoa? Duvido! Então para que tentar satisfazer o mundo se você não consegue se auto satisfazer-se?

 

É claro que a conjuntada existente hoje no nosso Cabo Verde, onde a cultura de mérito e bastante deficitária, quando está-se perante um possível “cunha” tenta-se ser perfeita. Outra hipótese é quando uma pessoa tem fortes ambições politicas tem-se a tendência de não preocupar com a maneira que os votos são conseguidos. Outras vezes, é mesmo só a vontade de ganhar mediatismo. Eu já pensei e cheguei a conclusão de que nada, justifica camuflar a sua personalidade, mas vale ser ninguém mas com carácter!

 

Pense nisso…

Publicado por IlidioPina às 22:01
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Domingo, 22 de Maio de 2011

A Democratização do Mundo

A democracia, no sentido etimologia da palavra, significa o “governo no povo”, o Governo da maioria”. Prevalece nesta primeira aproximação deste fenómeno político uma definição de quantidade. Basta lembrar que na Grécia antiga, era uma forma de governo entre outras duas: a monarquia “governo de um só” e a aristocracia “governo de alguns”.

 

As formas de governo não obedece entretanto a um critério meramente quantitativo, uma vez que a pergunta que orienta a filosofia política clássica pode ser anunciada da seguinte maneira: qual é a melhor forma de governo? Essa é uma pergunta que acompanha a comunidade política mundial desde antiguidade, sem nunca ter reunido consenso, e não é por acaso que é assim. Vejamos, cada sociedade, cada povo, tem a sua raiz, tradição, religião, etc. Factos que influenciam na formas de governar. Por isso, é natural que a melhor forma de governar num lugar não seja no outro.

 

Ignorando toda a história, todas as experiencias do passado, passando por cima de todo e de todos, querem democratizar o mundo, primeiro por uma leve tentativa diplomática, que quase nunca resulta, depois a força. A pergunta não está a ser feita é o seguinte: Será que esses povos estão preparados para viver na democracia? Eu digo que não, mas como a humanidade já demonstrou a sua capacidade de adaptação, acredito que um dia estarão pronto para viver democraticamente. Agora quando as coisas são feitas à força nunca os resultados são os melhores, então porque insistir? Porque a “estoira está mal contada”, não querem democratizar o mundo, muito pelo contrario o real objectivo é torna-lo uma monárquica onde o reino nos todos sabemos onde fica. É impressionante como a manipulação dos assuntos faz uma mentira ser a mais pura da verdade. Esta na hora de acordar ou voltaremos de novo para a época da escravatura. Não é preciso, lupa, nem binóculos para ver os exemplos estão bem ai. O que é preciso é abrir os olhos e observar…{#emotions_dlg.chat}

Publicado por IlidioPina às 12:35
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Domingo, 8 de Maio de 2011

Manipulação da comunicação Social

 

 

 

Os meios de comunicações sócias surgiram com o objectivo principal de informar a população sobre os acontecimentos que merecerem destaques devida ao seu grau de importância para sociedade em geral. Não há como negar que as comunicações sócias fazem esse trabalho, mas de forma muito destorcidos, de acordo com os interesses indivíduas ou de grupos organizado. 

 

 

Factos verídicos confirmam que, a comunicação social é uma máquina moldada de acordo com os interesses pessoas. Isso acontece nos países pobres e sem liberdades de expressão, mas também acontece naqueles países ricos, aqueles que são proclamadores das leis, dos direitos a igualdades e da liberdade de expressão. Sim, estou a falar dos Estados Unidos (USA), Inglaterra, França, etc. Abaixo apenas cito um exemplo recente:

 

 A notícia da morte do filho e dos netos de Kadhafi. Esta notícia foi apresentada como se de uma vitória trata-se. Sim foi uma vitória, mas para quem? Para os rebeldes e para as forças da NATO (força que ao meu ver não deveria ter participação directa nesse guerra), mas principalmente para a comunidade internacional (ocidente, mas concretamente Estados Unidos da América). Mas será que não há ninguém na líbia que apoia o governo local? Pessoas que sofreram com a morte dessas pessoas? Claro que há, então porque que elas não fazem parte dos noticiários? Não interessa aos detentores do poder no mundo, querem fazer passar a ideia que a população da líbia esta contra o Kadhafi. Mas eu sei, que isso que isso, não é tão verdade, e será que o mundo não tem o direito de saber isso? Vejamos, Kadhafi aceitou negociar no sentido de a curto prazo realizarem elações na Líbia (passa a ser um estado democrático, que a vontade do ocidente). Então porque que continuam a bombardear de forma desenfreadamente as infraestruturas militares e as forças leais a Kadhafi? Porque não à uma revolta da população na líbia. Existe a revolta de uma parcela não maioritária da população, diga-se de passagem com a mãozinha do ocidente (Estados Unidos da América) por traz. Por isso, tem que tirar Kadhafi a força do poder. Se não, correm o risco de perder uma eleição que seria realizada num futuro aproxime pelo próprio Kadhafi. Existe então uma contradição, se o povo da líbia não quer mais Kadhafi porque não esperar a realização das eleições (a derrota do Kadhafi seria expressiva e ele abandonaria o poder). Ou será que os crimes, as mortes que Kadhafi cometeria num curto período (1 a 2 anos) até a eleição, viria a ser maior do que aqueles que estão a acontecer por causa da guerra? Claro que não. Então, não faz sentido essa guerra. Por isso, que a meu ver os motivos são outros (assim como foi o caso do Iraque), eliminar todos aqueles que pensam de forma deferente e consequente mente são encarados como ameaço para o Estados Unidos da América no seu dominou pelo sobre o mundo.

 

A comunicação social em ves de informar o povo de toda verdade, mostram apenas um lado da moeda. E as notícias muito bem destorcidas ou manipuladas, engana quase toda a gente… 

Publicado por IlidioPina às 14:14
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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011

Política numa sociedade pobre

 

 

Hoje em dia, maior parte da sociedade vive no sistema político democrático. Como sabemos este é um sistema político completamente aberto, onde o povo tem a liberdade de escolher os seus governantes. Infelizmente existe alguns sítios onde a democracia é fantasmagórica, lugares reinam a pobreza. Isto porque, o povo tem o direito à votar mas não a liberdade para fazer as suas escolhas. Pessoas que vivem abaixo do linear da pobreza, são facilmente levados a contrariar os seus ideais em troca de piquemos favores profissionais, sacos de cimentos ou outras matérias de construção civil. É isso que eu vejo acontecer todos os dias.

 

 

A grande maioria daquelas pessoas que estão envolvidos no poder convivem com a democracia mas, não são verdadeiros democráticos. No meio em que estamos inseridos não é fácil dizer isso, mas tem de ser dito. Um político que se encontra inserido nos órgãos governativos há mais de 30 anos, embora com algumas alterações no cargo não pode ser considerado de maneira algum democrata. Se for assim aonde é que fica as novas gerações? Pessoas com pensamentos modernos, que pode ser benéfico para o país. São todos presos políticos. É certo que não estão numa prisão, mas não possuem liberdade de desenvolver os seus ideais, por várias razões, mas eu quero destacar dois em particular: os partidos actuais não abrem para os jovens e depois a sociedade não permite a criação de uma grande nova força política que consegui competir com aos tradicionais. E na eventualidade de isso acontecer, os tampões políticos actuam de imediatamente afogando os evolucionistas. Prejudicando-os a nível profissional, social e as vezes até familiar.

 

Digo que a democracia é fantoche, mais ainda sou um amante da democracia e acredito que num futuro longínqua todos os povos vão viver na democracia. Existe leis, mas muitas vezes não são compridas. Como é permitido que a menos de um mês da eleição é permitido umas seres de inaugurações de obras públicas? Diz-se que é aplicado coimas, e o partido pago e ponto final. Mas isso não chega, quando a lei é violada uma primeira vez paga multa, ao violar uma segunda o castigo tem que ser mas severo (excluir o partido de participar nas eleições no circulo eleitoral). Se não for assim, a eleição será injusta para com aquele que não estavam a governar e consequentemente não tem nada para inaugurar. Mais injusto ainda para os partidos pequenos que não tem nem se quer o dinheiro para pagar as ditas coimas.

Publicado por IlidioPina às 16:25
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Domingo, 5 de Dezembro de 2010

Sociedade Perdido no tempo

Numa ilha de Cabo Verde, capitalizada por uma cidade que muitas pessoas consideram à terceira melhor de Cabo Verde, com uma mentalidade bastante desenvolvida e liberal, na maioria dos assuntos. Na mesma Ilha aquilo que é considerado a segunda povoação mais desenvolvida, hoje denominada de cidade existe uma grande discrepância em termos de pensamento, modo de vida, a nível económico, etc. Esta é uma das sociedades mas atrofiado de Cabo Verde. Ou seja, as pessoas pesam pouco mas, querem falar muito, o resultado nos todos conhecemos. Muitas palavras mas, muito pouco de relevante. Ou então começam a falar da vida alheira, alias, é uma das poucas coisas que sabem fazer e muito bem.

Na referida localidade encontramos uma sociedade quase perdido no espaço, esta encontra-se a menos de 60 km do capital. Mas se quiser ir até lá tem de levantar as 5 h da manha e pegar os transportem que parte as 6 h, e para regressar tem de estar pronto ao meio dia, ou seja existe apenas um itinerário (localidade - Capital as 6:00 h, capital - localidade as 12:00h). Isto, minha gente, é muito pouco para um sítio que é chamado de cidade. Se no espaço esta assim, no tempo está completamente perdida, esta sociedade não consegui acompanhar os desenvolvimentos sociais, económico e muito menos político que aconteceu em cabo verde e no mundo nos últimos tempos.

 

A título de exemplos, temos uma cidade que não possui uma única empresa, se excluímos dessa classe piquemos comércios. Uma sociedade que depende quase exclusivamente da agricultura e da pesca, que é praticada de forma muito rudimentar. Praticamente não há circulação do dinheiro, existe uma carência enorme de impreendedorismo, as pessoas preferem guardar o seu dinheiro em casa, debaixo do colchão, nem se quer tem a audácia de deposita-lo num banco. Posso dar um exemplo, um caso verídico é que me deixa muito preocupado. Uma aluna de aproximadamente 13 ano apaixonada por seu professor de 25 anos comentou isso com a sua mãe, e esta em vez de aconselhá-la convida o professor para um jantar em sua casa. Com isso, ela tenta promover o relacionamento, só por causa estatuto do professor. Deixando de lado por exemplo a questão de que a sua filha é um pré-adolescente que não sabe quase nada da vida. Isto é mais um exemplo do atraso social que ali se vive.

 

E antes de terminar, quero pedir desculpas as pessoas da referida localidade que não engloba no perfil acima definido. Sei que ali também existe boas pessoas.

 

O que está aqui escrito não são críticas de uma pessoa do contra, mas sim, um grito de revolta e de insatisfação. “NHOS ABRI ODJO”, mas vale tarde do que nunca…

Publicado por IlidioPina às 10:47
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ILÍDIO DE PINA, Engenheiro Químico, Professor De Física

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